quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011



A Sustentável Leveza de Ser

© Nathan de Castro

Se a rocha me oferece um novo verso,
o caminho que sigo leva ao chão
das palavras perdidas no universo
dos amores que o tempo disse: não!

O destino, traçado desde o berço,
não aceita o acaso, e o coração,
quando pedra, só serve de adereço...
Bate o passo e o compasso da razão.

Na calada da letra, o pensamento
segue a rota das rimas de algodão:
branco, leve, perdido e solto ao vento,

sem um ponto final para a canção...
Nos acordes da música, o elemento
tem o peso e a massa da paixão.

Um comentário:

  1. Fiquei feliz, Cissa!
    O teu blog é lindo e límpido como a tua poesia.

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